CÂNION DO POTI Visitantes ficam maravilhados com Cânion do rio Poti Cada vez mais turistas querem conhecer o cânion do Poti, onde além do ecoturismo também pode-se praticar o turismo de aventura, como o rapel.
No último sábado (20), um grupo formado por 5 pessoas percorreu o Cânion
do Poti partindo da fazenda Enjeitado até a Cachoeira da Lembrada, que marca o
início do trecho mais visitado do principal atrativo turístico da vizinha
cidade de Buriti dos Montes.
O grupo era formado pelo presidente da Associação dos Condutores de
Castelo (Condatur), Robson Miguel; pelo gerente da agência do Banco do Brasil
de Castelo, Ralphe Marlon; pelo vigilante da mesma agência bancária, Renato
Monte; pelo delegado de Castelo, Sub-tenente Borges e pelo administrador do
Portalcdp, Anderson Lima.
Robson Miguel (Condatur), Sub. Ten. Borges (Delegado de Castelo),
Renato Monte (Vigilante Banco do Brasil) e Ralphe Marlon (Gerente Banco
do Brasil de Castelo)
Os visitantes chegaram à fazenda Enjeitado no dia anterior e o local
serviu como ponto de apoio. Nas primeiras horas da manhã de sábado, a equipe já
se encontrava às margens do rio, de onde uma parte seguiu de canoa e a outra a
pé, por uma trilha de 3 Km
até o local conhecido com Poço da Cruz, onde pegaram outra embarcação e
iniciaram a aventura por 8 Km
rio acima.
Encontro no Poço da Cruz, de onde todos irão juntos nas canoas
À medida que os pequenos barcos singravam as águas verdes e profundas,
os visitantes se deleitavam com a variedade de aves e pequenos animais
silvestres que habitam o lugar. Por várias vezes, curiosos mocós saíam de suas
pequenas tocas, estrategicamente construídas nos imensos paredões. Jacus com
seus cantos característicos; socós, curicas e andorinhas passavam de um lado a
outro do estreito canal; tucunarés, que de vez em quando pulavam por cima do
espelho d’água; enfim, foi com esse espetáculo da natureza que o grupo ia sendo
recepcionado ao longo do percurso.
Ponto mais estreito conhecido como “Passagem da Onça”
Na reta final, surgiam à frente do grupo imensos blocos rochosos de
incalculável peso que foram caindo ao longo das eras geológicas e dos milhões
de anos que o rio precisou para forçar sua passagem pelo Serra da Ibiapaba. As
rochas pareciam emergir da água como imensos guardiões do rio.
Passando por entre as rochas
A viagem agora continua por terra. Após escalar cerca de 40m de paredão
e uma caminhada de 10 minutos, chegaram finalmente à Cachoeira da Lembrada,
onde alguns buritienses já se encontravam. Apresentações feitas, Jamin, Maycon
e Prof. Jailson, gentilmente ofereceram almoço.
Jamim, Maycon e Prof. Jailson, de Buriti dos Montes, na Cachoeira da Lembrada
Após revigorante banho na Cachoeira da Lembrada, iniciou-se o trajeto de
volta, onde só deixaram pegadas, só tiraram fotos e só levaram lembranças.
Cachoeira da Lembrada
Agradecimentos à
esposa do Sr. Pedrosa (vaqueiro da fazenda), D. Leni, por sua hospitalidade e
disposição; ao Renato Monte, exímio conhecedor do trecho percorrido; e aos
companheiros de almoço citados acima.